Revendo minhas aprendizagens deste eixo, com as interdisciplinas de TICs, Escola, Progeto Pedagógico e Curriculo, Seminário Integrador I e Escola, Cultura e Sociedade, pude perceber a importância que cada uma delas teve para o meu desenvolvimento pessoal e profissional.
Voltando aos textos, atividades, fóruns e trabalhos realizados neste eixo, percebo que não tenho ,uitos referênciais para o meu TCC, relacinando estas com o tema escolhido, mas devo ressaltar a atividade que fizemos sobre a Linha do Tempo, pois foi muito difícil "organizar o meu tempo", achando naquele momento uma atividade sem muito significade nem importância.
Hoje atuando com um 4º ano em Arroio do Sal à tarde, em uma empresa particular pela manhã aqui em Terra de Areia, com compromissos escolares, compromissos pessoais (família, casa, ecc, entre tantos outros), vejo a importância em retomar esta atividade para organizar meu tempo, pois os compromissos aumentaram, mas o tempo permanece o mesmo.
Além deta atividade do tempo, resalto ainda uma fala de Menegolla, onde ele diz:
"Ensinar a todos de tudo, para que não se aprenda nada de nada".
Com esta fala percebi que o educador precisa saber o que realmente é importante para o seu educando aprender, o que realmente vai ter significado para ele, ou seja, nós educadores temos que ter o cuidado de proporcionar ao aluno uma aprendiozagem que leve em consideração a vida do aluno, sua realidade, e não simplesmente passar a eles conteúdos programáticos, que não vão ao encontro das suas necessidades.
Devemos proporcionar à eles aulas prazeirosas, lúdicas, e para isto acredito que a Contação de Histórias pode sim ser uma ferramenta de extrema significância, e é isto que quero trabalhar em meu TCC.
domingo, 26 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
TCC- 23/08/2010
Olá queridos amigos, colégas e parceiros
Percebo que nem sempre “contar histórias infantis” nas creches e escolas de ensino fundamental é uma prática estimulada e valorizada, de modo que os alunos ouçam histórias, ou seja, o próprio professor pode não valorizar histórias infantis e isso, então, irá levá-los a crescer com essa desvalorização dos contos.
Levar o faz de conta até as crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade aguçada e respondida em relação a muitas perguntas, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso dos impasses e das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que de acordo com as possibilidades vão sendo enfrentados e resolvidos pelos personagens de cada história.
É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Durante meu estágio percebi o quanto as crianças valorizam esta atividade, foram manhãs de magia e encantamento. Senti, através da contação de histórias, toda a influência das histórias nos olhinhos atentos, nos questionamentos e emoções que demosntravam a cada história que eu contava.
Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto, percebi ainda mais a importância deste assunto lendo alguns textos de Ana Maria Machado, Marly Amarilha, Celso Antunes, Bruno Bettelheim, Bitencourt, entre outros.
Acho que será um tema bem interessante diante de tantas tecnologias existentes nos dias de hoje, desafiador ao defender o bom e velho livro, sem colocar em discução a importância do virtual.
Penso que é um tema bem pertinente para se estudar mais afundo, sem contar do prazer que terei em trabalhar este assunto.
-Contação de histórias na Educação Infantil.
-Quais as contribuições da contação de histórias no desenvolvimento da criança?
-A importãncia dos contos infantis para o desenvolvimento da criança.
Estes são alguns títulos que pensei...
Até breve
Percebo que nem sempre “contar histórias infantis” nas creches e escolas de ensino fundamental é uma prática estimulada e valorizada, de modo que os alunos ouçam histórias, ou seja, o próprio professor pode não valorizar histórias infantis e isso, então, irá levá-los a crescer com essa desvalorização dos contos.
Levar o faz de conta até as crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade aguçada e respondida em relação a muitas perguntas, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso dos impasses e das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que de acordo com as possibilidades vão sendo enfrentados e resolvidos pelos personagens de cada história.
É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Durante meu estágio percebi o quanto as crianças valorizam esta atividade, foram manhãs de magia e encantamento. Senti, através da contação de histórias, toda a influência das histórias nos olhinhos atentos, nos questionamentos e emoções que demosntravam a cada história que eu contava.
Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto, percebi ainda mais a importância deste assunto lendo alguns textos de Ana Maria Machado, Marly Amarilha, Celso Antunes, Bruno Bettelheim, Bitencourt, entre outros.
Acho que será um tema bem interessante diante de tantas tecnologias existentes nos dias de hoje, desafiador ao defender o bom e velho livro, sem colocar em discução a importância do virtual.
Penso que é um tema bem pertinente para se estudar mais afundo, sem contar do prazer que terei em trabalhar este assunto.
-Contação de histórias na Educação Infantil.
-Quais as contribuições da contação de histórias no desenvolvimento da criança?
-A importãncia dos contos infantis para o desenvolvimento da criança.
Estes são alguns títulos que pensei...
Até breve
segunda-feira, 28 de junho de 2010
IMAGENS REFERENTE PORTIFÓLIO
quarta-feira, 23 de junho de 2010
MAIS UMA ETAPA CUMPRIDA.
Aproveitei esta minha ultima semana e trabalhei um tema bastante divulgado na midia "Copa do Mundo", por se tratar de um tema atual e que certamente envolveria as crianças.
Através deste tema pude abordar mais um pouco a identidade de cada um, seja na sua singularidade ou na sua semelhança que cada um tem, mas que juntos formamos uma grande sociedade.
Segundo Antunes (1998, p.16) toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros
Este tema “Copa do Mundo” foi bem interessante de trabalhar, pois as crianças fizeram bandeiras onde consegui mostrar a eles os significados das cores da bandeira do Brasil. Fizemos também umas viseiras para que levassem para casa junto com as bandeirinhas para torcerem pelo nosso Brasil.
A confecção da bandeira coletiva pintada por todos com tinta guache utilizando as mãos foi uma delicia de fazer, uma festa.
Todos queriam contribuir com suas mãozinhas, e sabiam exatamente as cores que tinham que utilizar, pois era preciso que fosse uma pintura diferente (mãos), mas com as respectivas cores.
Esta foi minha ultima semana de estágio (3dias), foi muito difícil para mim me despedir das crianças, pois me apeguei muito a elas e elas a mim.
Depois de dizer algumas palavras sufocadas pela emoção e molhadas pelas lagrimas entreguei uma pequena lembrança a eles e a professora titular Josiele, que também falou algumas palavras junto com as crianças, onde expressaram um pouco do que haviam aprendido nestas 184 horas em que estivemos juntos.
Fiquei muito feliz por perceber naquele momento que havia conseguido passar alguma aprendizagem a eles.
Tocou-me muito quando na sala as crianças me abraçavam e beijavam e percebi o Everton sentado de cabeça abaixada, cheguei perto dele me abaixei e perguntei o que havia acontecido.
Everton me olhou com os olhos cheios de água e me abraçou forte dizendo:
_Não quero que o prof vá embora!
Neste momento não consegui conter as minhas lagrimas, depois de explicar que eu estaria sempre ali com eles e que iríamos nos ver sempre, fomos almoçar, o Everton, claro, sempre grudado na minha mão.
Para minha surpresa as crianças haviam levado pratos de salgados para que almoçássemos separados para minha despedida.
Meu estágio foi uma experiência inexplicável, cheia de encantos e descobertas, e se algum dia tive alguma dúvida do que eu realmente queria para mim, esta duvida não existe mais...
Todos queriam contribuir com suas mãozinhas, e sabiam exatamente as cores que tinham que utilizar, pois era preciso que fosse uma pintura diferente (mãos), mas com as respectivas cores.
Esta foi minha ultima semana de estágio (3dias), foi muito difícil para mim me despedir das crianças, pois me apeguei muito a elas e elas a mim.
Depois de dizer algumas palavras sufocadas pela emoção e molhadas pelas lagrimas entreguei uma pequena lembrança a eles e a professora titular Josiele, que também falou algumas palavras junto com as crianças, onde expressaram um pouco do que haviam aprendido nestas 184 horas em que estivemos juntos.
Fiquei muito feliz por perceber naquele momento que havia conseguido passar alguma aprendizagem a eles.
Tocou-me muito quando na sala as crianças me abraçavam e beijavam e percebi o Everton sentado de cabeça abaixada, cheguei perto dele me abaixei e perguntei o que havia acontecido.
Everton me olhou com os olhos cheios de água e me abraçou forte dizendo:
_Não quero que o prof vá embora!
Neste momento não consegui conter as minhas lagrimas, depois de explicar que eu estaria sempre ali com eles e que iríamos nos ver sempre, fomos almoçar, o Everton, claro, sempre grudado na minha mão.
Para minha surpresa as crianças haviam levado pratos de salgados para que almoçássemos separados para minha despedida.
Meu estágio foi uma experiência inexplicável, cheia de encantos e descobertas, e se algum dia tive alguma dúvida do que eu realmente queria para mim, esta duvida não existe mais...
Hoje sou professor.
domingo, 13 de junho de 2010
Quase terminando o estágio
Nossa como o tempo esta passando rápido, parece que foi ontem que comecei o estágio, e já estou terminando mais esta etapa.
Descuidei-me do meu portifólio, diante de tantas novidades, coisas para fazer no estágio, aulas para preparar, busca por coisas novas que envolvessem meus alunos no dia a dia na sala de aula e fora dela, enfim na busca de trazer coisas que prendessem seus interesses, acabei deixando de lado um dos meus.
Foram muitas as atividades interessantes, entre elas a da quinta semana onde retomei a história “Sanduíche da Maricota”, para trabalhar o teatro, desenvolvendo assim a sua criatividade e oralidade.
Foi muito interessante, pois trabalhei as diversas expressões para que encenassem a história e eles adoraram, pois foi uma aula bem diferente e dinâmica.
A evolução das expressões artísticas se desenvolve por meio de integração dos sentidos, do corpo, da mente e da expressão motora, por isto trabalhamos também com dobraduras, que foi muito importante para esta evolução.
A troca de conhecimentos além de propiciar a aprendizagem, desenvolve a observação e a autonomia, pois a criança se sente mais segura em falar sobre o que eles conhecem e vivenciam. Dentro deste contexto reproduzimos a obra “Feira” de Tarsila do Amaral, com recortes e colagens, esta atividade foi muito gratificante para mim e para as crianças, pois recriaram a obra usando suas imaginações.
Dando uma seqüência ao trabalho sobre “Alimentação” contei a historia ”A minhoca dorminhoca” que mostra a importância dos túneis feitos pela minhoca e do húmus que ela produz. A historia deixou as crianças enlouquecidas, principalmente quando fomos fazer um minhocário, para que observássemos as minhocas.
Segundo o RCNEI “O contato com animais e plantas, a participação em práticas que envolvam os cuidados necessários à sua criação e cultivo, a possibilidade de observá-los, compará-los e estabelecer relações é fundamental para que as crianças possam ampliar seu conhecimento acerca dos seres vivos.”
Consegui desenvolver através da “Teia ecológica” um pouco mais a fala deles, pois conversavam sobre o que estavam representando, e sempre que passavam a teia para outro colega, sempre ajudavam a dizer por que eram importantes.
Com a atividade da trilha (uma minhoca desenhada com os números de 0 a 9, fazendo um jogo) pude perceber que muitos já conhecem os números, alguns têm mais dificuldades de fazer o seu traçado, porém já associam o número a sua quantidade.
Considero que minhas atividades ao longo das semanas auxiliaram cada vez mais no processo de construção do conhecimento dos alunos, e da minha própria caminhada enquanto estudante, sempre buscando dia a dia dosar os conteúdos com tarefas diferentes e dinâmicas.
Por meio de aulas diversificadas e interdisciplinares, consegui atrair e instigar mais os meus alunos a participar, dar opiniões, interessar-se mais nas aulas, mantendo-os conectados com o projeto e incentivando-os a cada vez mais desenvolverem suas potencialidades.
Descuidei-me do meu portifólio, diante de tantas novidades, coisas para fazer no estágio, aulas para preparar, busca por coisas novas que envolvessem meus alunos no dia a dia na sala de aula e fora dela, enfim na busca de trazer coisas que prendessem seus interesses, acabei deixando de lado um dos meus.
Foram muitas as atividades interessantes, entre elas a da quinta semana onde retomei a história “Sanduíche da Maricota”, para trabalhar o teatro, desenvolvendo assim a sua criatividade e oralidade.
Foi muito interessante, pois trabalhei as diversas expressões para que encenassem a história e eles adoraram, pois foi uma aula bem diferente e dinâmica.
A evolução das expressões artísticas se desenvolve por meio de integração dos sentidos, do corpo, da mente e da expressão motora, por isto trabalhamos também com dobraduras, que foi muito importante para esta evolução.
A troca de conhecimentos além de propiciar a aprendizagem, desenvolve a observação e a autonomia, pois a criança se sente mais segura em falar sobre o que eles conhecem e vivenciam. Dentro deste contexto reproduzimos a obra “Feira” de Tarsila do Amaral, com recortes e colagens, esta atividade foi muito gratificante para mim e para as crianças, pois recriaram a obra usando suas imaginações.
Dando uma seqüência ao trabalho sobre “Alimentação” contei a historia ”A minhoca dorminhoca” que mostra a importância dos túneis feitos pela minhoca e do húmus que ela produz. A historia deixou as crianças enlouquecidas, principalmente quando fomos fazer um minhocário, para que observássemos as minhocas.
Segundo o RCNEI “O contato com animais e plantas, a participação em práticas que envolvam os cuidados necessários à sua criação e cultivo, a possibilidade de observá-los, compará-los e estabelecer relações é fundamental para que as crianças possam ampliar seu conhecimento acerca dos seres vivos.”
Consegui desenvolver através da “Teia ecológica” um pouco mais a fala deles, pois conversavam sobre o que estavam representando, e sempre que passavam a teia para outro colega, sempre ajudavam a dizer por que eram importantes.
Com a atividade da trilha (uma minhoca desenhada com os números de 0 a 9, fazendo um jogo) pude perceber que muitos já conhecem os números, alguns têm mais dificuldades de fazer o seu traçado, porém já associam o número a sua quantidade.
Considero que minhas atividades ao longo das semanas auxiliaram cada vez mais no processo de construção do conhecimento dos alunos, e da minha própria caminhada enquanto estudante, sempre buscando dia a dia dosar os conteúdos com tarefas diferentes e dinâmicas.
Por meio de aulas diversificadas e interdisciplinares, consegui atrair e instigar mais os meus alunos a participar, dar opiniões, interessar-se mais nas aulas, mantendo-os conectados com o projeto e incentivando-os a cada vez mais desenvolverem suas potencialidades.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Quarta semana de estágio ( de 03 a 09 de maio)
Dando continuidade ao progeto sobre Alimentação, esta semana contei para eles a história do Sanduiche da Maricota, pois eles adoram ouvir histórias.
Fizemos várias atividades usando a história, como por exemplo a montagem de um sanduche conforme contava a história, iptei por utilizarmos desenhos para fazer esta atividade, para que não ouvesse disperdiço de alimentos, usei também uma roleta para que assim pudessemos jogar usando os alimentos que continham no sanduiche.
Fanny Abramovich, em Literatura Infantil - Gostosuras e Bobices diz:
”É ouvindo histórias que se pode sentir (também) emoções importantes, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, o pavor a insegurança, a tranqüilidade e tantas outras mais, e viver profundamente tudo que as narrativas provocam em quem as houve, com toda a sua amplitude, significância e verdade que cada uma delas faz (ou não) brotar, pois é ouvir, sentir e enxergar com os olhos do imaginário.”
Como esta semana era vespera do dia das mães, confeccionamos também cartões para dar as mães e umas bolsas oferecidas pela escola, onde pudemos usar da nossa criatividade para enfeitar.
Resolvi, junto com a professora titular, usar tinta para pintar as mãos e os pés deles nas bolsas, foi uma atividade muito divertida, sem contar que o trabalho ficou maravilhoso.
A apresentação com uma música ficou linda, todos cantaram e fizeram os gestos, posso estar parecendo professor curuja, mas eles estavam lindos lindos.
Foi uma festa bem legal e todos aproveitaram para me apresentar suas mães.
_Olha mãe, este é meu prof.
Me senti muito bem e senti um carinho muito grande por parte das mães para comigo.
Fizemos várias atividades usando a história, como por exemplo a montagem de um sanduche conforme contava a história, iptei por utilizarmos desenhos para fazer esta atividade, para que não ouvesse disperdiço de alimentos, usei também uma roleta para que assim pudessemos jogar usando os alimentos que continham no sanduiche.
Fanny Abramovich, em Literatura Infantil - Gostosuras e Bobices diz:
”É ouvindo histórias que se pode sentir (também) emoções importantes, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, o pavor a insegurança, a tranqüilidade e tantas outras mais, e viver profundamente tudo que as narrativas provocam em quem as houve, com toda a sua amplitude, significância e verdade que cada uma delas faz (ou não) brotar, pois é ouvir, sentir e enxergar com os olhos do imaginário.”
Como esta semana era vespera do dia das mães, confeccionamos também cartões para dar as mães e umas bolsas oferecidas pela escola, onde pudemos usar da nossa criatividade para enfeitar.
Resolvi, junto com a professora titular, usar tinta para pintar as mãos e os pés deles nas bolsas, foi uma atividade muito divertida, sem contar que o trabalho ficou maravilhoso.
A apresentação com uma música ficou linda, todos cantaram e fizeram os gestos, posso estar parecendo professor curuja, mas eles estavam lindos lindos.
Foi uma festa bem legal e todos aproveitaram para me apresentar suas mães.
_Olha mãe, este é meu prof.
Me senti muito bem e senti um carinho muito grande por parte das mães para comigo.
Terceira semana de estágio (de 26 de abril a 02 de maio)
Esta semana continuei trabalhando sobre a Alimentação.
Aproveitei o gancho da história "A cesta da Dona Maricota", contada pela nutricionista na semana passada, para levar até as crianças uma cesta repleta de frutas, onde desenvolvi várias atividades, como cores, formas, numeros, seriação, classificação, e outras.
Para finalizar fizemos uma deliciosa salada de frutas.
Segundo Piaget, a criança precisa estar em contato direto com os objetos que os cercam para poder interagir com estes, transformando-os para depois compreendê-los. Essa apropriação das coisas do mundo resulta, portanto, na aprendizagem da criança.
Seguindo esta teoria, procuro trabalhar com as coisas que estão no meio das crianças, ao seu alcançe, para quie assim, consigam associar a sua realidade com as aprendizagens.
Foi muito interessante a atividade da Salada de Frutas, pois muitos não conheciam o kiwi, a carambola, sequer haviam comido melão ou pêra.
São frutas que estão ao nosso alcançe, porém muitos não conheciam.
Durante todo o dia eles repetiam frases de satisfação e admiração:
“_Prof que linda aquela fruta estrela, né?”
“_ Eu gostei muito do kiwi!”
“_Ele é feio por fora, mas é bem lindo por dentro, verdinho. Eu gostei!”
As brincadeiras no pátio são sempre bem vindas pelas crianças, tanto as brincadeiras livres quanto as dirigidas. Percebo que demonstram ter orgulho por ter um professor (homem) brincando com elas, andando de balanço, correndo e brincando de roda.
Estou adorando meu estágio....até breve.
Aproveitei o gancho da história "A cesta da Dona Maricota", contada pela nutricionista na semana passada, para levar até as crianças uma cesta repleta de frutas, onde desenvolvi várias atividades, como cores, formas, numeros, seriação, classificação, e outras.
Para finalizar fizemos uma deliciosa salada de frutas.
Segundo Piaget, a criança precisa estar em contato direto com os objetos que os cercam para poder interagir com estes, transformando-os para depois compreendê-los. Essa apropriação das coisas do mundo resulta, portanto, na aprendizagem da criança.
Seguindo esta teoria, procuro trabalhar com as coisas que estão no meio das crianças, ao seu alcançe, para quie assim, consigam associar a sua realidade com as aprendizagens.
Foi muito interessante a atividade da Salada de Frutas, pois muitos não conheciam o kiwi, a carambola, sequer haviam comido melão ou pêra.
São frutas que estão ao nosso alcançe, porém muitos não conheciam.
Durante todo o dia eles repetiam frases de satisfação e admiração:
“_Prof que linda aquela fruta estrela, né?”
“_ Eu gostei muito do kiwi!”
“_Ele é feio por fora, mas é bem lindo por dentro, verdinho. Eu gostei!”
As brincadeiras no pátio são sempre bem vindas pelas crianças, tanto as brincadeiras livres quanto as dirigidas. Percebo que demonstram ter orgulho por ter um professor (homem) brincando com elas, andando de balanço, correndo e brincando de roda.
Estou adorando meu estágio....até breve.
Assinar:
Postagens (Atom)



