Didática é a arte de ensinar, é como transmitir, orientar, mediar a educação. São métodos e recursos utilizados, são estratégias para se alcançar os objetivos, sempre visando o aluno, as suas vivências, o seu cotidiano (realidade).
Acredito que é na didática que o professor busca subsídios e orientações para auxiliar os alunos no seu crescimento e aprendizagem.
Gostaria que meus alunos conseguissem olhar o mundo com um olhar mais critico e próprio de cada um deles, onde não tivessem medo nem vergonha de dizer o que pensam e sentem. Que eles aprendam e compreendam os verdadeiros valores da vida, como a amizade, a família, o afeto, e que eles tenham uma percepção do que é real e do que é fantasia. Fazer com que eles acreditem na sua capacidade de produção.
Em uma segunda atividade estudamos as obras, idéias e conceitos de Comênio, considerado o pai da didática, contribuem até hoje no nosso dia-a-dia, pois vivenciamos no nosso cotidiano escolar os pressupostos de como ensinar de maneira diversificada e atrativa ao nosso aluno, respeitando e acompanhando o ritmo de aprendizagem e o estagio de cada um, onde a educação e o conhecimento são vivenciados por meio de atividades desafiadoras e significativas, na formação do homem critico em sua totalidade.
Entre as idéias de Comênio, estava à necessidade de se trabalhar de forma interdisciplinar, o que atualmente em nosso cotidiano escolar ainda há profissionais que encontram dificuldades em utilizar esta metodologia de trabalho, estando presos a disciplinas isoladas, sem conexão entre si e nem com a realidade dos alunos.
Percebi através das leituras o quanto as idéias de Comênio eram avançadas para o século em que vivia, e o quanto ainda estamos atrasados e despreparados, no século XXI para tais idéias.
No enfoque temático 4 vimos um pouco de Currículo Integrado com um fragmento de Hilton Japiassu e o texto de Santomé (1998), onde pude perceber que com a globalização da informação e do crescimento econômico em vários setores, a sociedade busca atualmente, muito mais do que mão-de-obra, busca profissionais completos, preparados para o mercado de trabalho e assim, cabe as escolas formar este cidadão critico e atuante na sociedade em que vive.
Para que isso aconteça é necessário rever o currículo, buscando no cotidiano e na identidade cultural do aluno, conteúdos que desenvolva o pensamento e a liberdade de escolha, ou seja, um currículo vivo e flexível as reais necessidades do novo perfil de aluno, de economia e de sociedade que temos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
DIDÁTICA
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Oi Edinei,
O Portfólio de Aprendizagem é um espaço para o registro do processo de aprendizagem de vocês e isso inclui: dificuldade, desafios, novos saberes, dúvidas, etc...Trata-se de reflexões que surgem a partir das atividades que vocês realizam no curso. O que fizeste aqui foi uma colagem de partes das atividades já realizadas. Não é esta a proposta do SI para o Portfólio. Cada atividade já cumpriu seu objetivo quando postada e comentada. Procura colocar no blog elementos para além da atividade...não tem sentido repetir o trabalho feito. É preciso ir além, registrando o que a atividade te suscitou, que saberes, mudanças, reflexões, ok!!!
Então, para te ajudar nessa tarefa vou propor algumas questões que, acredito, te permitirão avançar na discussão, certo?!
1)em cada unidade da interdisciplina havia uma temática de estudo, certo ?! ... de que modo cada uma delas te ajudou a repensar o teu próprio modo de ensinar? Esses saberes, trabalhados/estudados na interdisciplina de Didática, produziram alguma mudança na tua prática docente?
2) Considerando os limites de tempo (aula, dia, trimestre, ano...) e espaço (sala de aula, pátio, saguão...) presentes na escola, achas que conseguimos efetivamente 'respeitar e acompanhar o ritmo de aprendizagem e o estágio de cada aluno'? O que pensas a respeito disso?
3)O trabalho interdisciplinar é um legado deixado por Comênio. Em relação a isso, como analisas a realidade da tua sala de aula, da tua escola? Em que medida o professor consegue trabalhar o conhecimento como algo integrado, não compartimentado?
Voltarei em breve para seguirmos dialogando.
Beijos, Rô Leffa
Postar um comentário