A Educação de Jovens e Adultos (EJA) ainda é vista por muitos como uma forma de alfabetizar, ou seja, quem não teve oportunidade de estudar na infância ou aqueles que por algum motivo tiveram de abandonar a escola.
Mas o conceito da EJA vem mudando e, entre os grandes desafios desse tipo de ensino, agora se inclui também a preparação dos alunos para o mercado de trabalho.
Muitos jovens e adultos tinham vergonha de voltar a estudar, mas com as exigências do mercado de trabalho, e também pela sua própria auto-estima, estas pessoas estão voltando às salas de aula.
Hoje percebemos o valor da aprendizagem contínua em todas as fases da vida, e não somente durante a infância e a juventude.Existe na EJA o desafio da participação, da inclusão pois muitas pessoas estudam, conseguem um formação, mas são “barradas” na hora da seleção por algum trabalho, por serem “velhas” demais, este é um tipo de preconceito que tem que acabar, claro que já estamos caminhando para este fim, a passos lentos, mas sei e acredito que chegaremos a esta tão almejada inclusão.
No Brasil temos um segmento de pessoas com características bem definidas, como os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as pessoas mais velhas. Todos têm direito à Educação. A Educação tem de acompanhar as mudanças que estão acontecendo e interagir com elas. O processo educativo, idealmente, começa na infância e termina somente na velhice. Dessa forma, a EJA tem de ser vista numa perspectiva mais ampla, dentro do conceito de Educação e aprendizagem que ocorre ao longo da vida.
Mas o conceito da EJA vem mudando e, entre os grandes desafios desse tipo de ensino, agora se inclui também a preparação dos alunos para o mercado de trabalho.
Muitos jovens e adultos tinham vergonha de voltar a estudar, mas com as exigências do mercado de trabalho, e também pela sua própria auto-estima, estas pessoas estão voltando às salas de aula.
Hoje percebemos o valor da aprendizagem contínua em todas as fases da vida, e não somente durante a infância e a juventude.Existe na EJA o desafio da participação, da inclusão pois muitas pessoas estudam, conseguem um formação, mas são “barradas” na hora da seleção por algum trabalho, por serem “velhas” demais, este é um tipo de preconceito que tem que acabar, claro que já estamos caminhando para este fim, a passos lentos, mas sei e acredito que chegaremos a esta tão almejada inclusão.
No Brasil temos um segmento de pessoas com características bem definidas, como os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as pessoas mais velhas. Todos têm direito à Educação. A Educação tem de acompanhar as mudanças que estão acontecendo e interagir com elas. O processo educativo, idealmente, começa na infância e termina somente na velhice. Dessa forma, a EJA tem de ser vista numa perspectiva mais ampla, dentro do conceito de Educação e aprendizagem que ocorre ao longo da vida.
Um comentário:
Oi Edinei,
A EJA é uma modalidade de ensino que envolve fundamentalmente educação, trabalho e cultura. Possui suas especificidades devido ao público que atende: em geral, trabalhadores que, por algum motivo, evadiram ou fracassaram na escola. Por tudo isso, a EJA é ainda um desafio, pois precisa adequar-se à realidade dessa clientela, buscando articular o saber da experiência que os alunos possuem ao saberes escolarizados, a fim de que essas pessoas possam compreender mais criticamente a realidade em que vivem e, desse modo, intervir nela, buscando uma melhor qualidade de vida.
Beijos, Rô Leffa
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