DIDÁTICA
Muitas escolas brasileiras em vez de estimularem o desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos, acabam exigindo a memorização de dados e conteúdos padronizados, por pensarem que só assim o aluno poderá obter um acesso direto e imediato a uma faculdade.
O educando muitas vezes acaba se tornando um elemento passivo no processo de aprendizagem, que em vez de refletir, discutir, participar e até mesmo criar soluções para os problemas da sociedade em que esta inserido, muitas vezes é submetido a mesma rotina diária, que se resume a repetição de exercícios mecânicos, a memorização de conteúdos inflexíveis e a reprodução de programas rígidos, que não abrem espaço ao pensamento autônomo.
Ao invés de ser o protagonista de sua própria aprendizagem e construir sua própria realidade, o aluno adolescente acaba percorrendo um caminho que vai fazer dele um adulto alienado, incapaz de exercer seu direito de cidadão.
O projeto de cidadania, defendido pelas diretrizes oficiais, LDB e os PCNs, prevêem um adolescente critico e bem informado, que se arrisca a buscar caminhos novos e criativos, por acreditar que tenham competências e habilidades para isso.
Nesta concepção o professor deixa de ser o centro do conhecimento, o controlador e centralizador que tudo sabe, para ser o facilitador, que auxilia, orienta, organiza e da o suporte necessário para que o aluno aprenda a construir o seu saber .
Nos nossos dias atuais, esta concepção já esta mais evidente, porem, longo ainda é o caminho a ser percorrido, para fazer com que os alunos se sintam com interesse e vontade própria de irem em busca do seu conhecimento
Um comentário:
Oi Edinei,
Tua reflexão é bastante pertinente e torna presente a discussão acerca da concepção de ensino, de aprendizagem e de currículo que permeia as escolas em geral. Infelizmente, práticas como a memorização e a realização mecânica de exercícios ainda estão presentes nas salas de aula, mas é preciso buscar alternativas para construir um fazer pedagógico voltado aos interesses e curiosidades do aluno e que incentivem o trabalho colaborativo e a pesquisa.
Beijos, Rô Leffa
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