JAN AMOS KOMENSKÝ

Comenius com 26 anos foi professor e tornou-se pastor religioso.
Desenvolve idéias sobre educação e aprofunda um dos grandes problemas epistemológicos do seu tempo, que era o do método, escreveu a didática magna (1633-38),sendo este seu tramabalho escrito mais significativo, sempre buscando seus objetivos fundamentais de uma reforma radical do conhecimento humano e da educação, unidos e sistematizados.
Entre suas idéias estavam:
- Respeito ao ritimo do aluno no processo de aprendizagem (não se percebia o estágio de crescimento da criança, ela era tratada como um adulto em miniatura).
- A construção do conhecimento se da através das experiências, da participação e da observação.
- Na época havia punição, castigo para controlar as ações das crianças, Comenius acreditava em uma educação sem punições, que a interação e as vivências fossem trazidas e vivenciadas na sala.
- Pregava um espaço para que as crianças tivessem liberdade e não ficassem detidas na sala (rigidez), um ambiente agradável (resgatando a necessidade do contato com a natureza), ensinar para Comenius tinha que ser de forma globalizada (interdisciplinaridade).
- Familia e escola trabalhando juntas, alunos reflexivos e críticos, formação do homem na sua totalidade.
Para Comenius a escola deveria ser um espaço privilegiado para os homens (prioridade). Seu discurso era democrático sem distinção, também preconizou a criação de escolas maternais, hoje escolas de educação infantil.
Coménius, homem moderno para seu tempo, nós hoje talves um pouco atrasados para o nosso.
Um comentário:
Oi Edinei,
Tua postagem faz um resumo da vida e obra de Comênio, mas não vejo tua reflexão aqui. Há apenas informações..., mas e os conhecimentos que construíste a partir da compreensão das ideias de Comênio? Que releitura tu fazes da obra de Comênio hoje? Como avalias a pertinência dessas ideias em contextos/épocas tão diferentes? Na tua opinião, que práticas, ligadas ao modelo de Comênio, ainda se fazem presentes em nossas escolas?
Seguimos dialogando.
Beijos, Rô Leffa
Postar um comentário