Bom, mais um eixo e mais uma vez não encontrei algo que pudesse utilizar em meu TCC, pois neste eixo tivemos as interdisciplinas de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia, Fundamentos de Alfabetização, Seminário Integrador II e Escolarização, Espaço e Tempo na perspectiva histórica e infância de a 10 anos.
Claro que foi um eixo interessante com muitas leituras, e entre elas destaco um texto que lemos de Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento “As crianças e a Infância: defendendo conceitos e delimitando campo”, onde os autores dizem que “O olhar das crianças permite revelar fenômenos sociais. Assim, interpretar o cotidiano social das crianças, pode ser não apenas um meio de acesso à infância como categoria social, mas as próprias estruturas e dinâmicas sociais que são desocultadas no discurso das crianças”.
Hoje, muito mais do que antes, procuro usar em minhas aulas, coisas do dia-a-dia das crianças para ensiná-las. Busco inseri-las na sociedade em que vivem, partindo do seu dia-a-dia, seu cotidiano, acredito ser mais fácil para elas compreenderem as coisas do mundo em que vivem, pois acredito que não posso joga-las no mundo em que vivem de forma brusca, mas sim, devo inseri-las pouco a pouco.
Também foi muito interessante quando estudamos em Alfabetização o que é um individuo alfabetizado e letrado, pois até então não conseguia diferenciar muito bem um do outro.
Hoje sei que um sujeito alfabetizado adquire a tecnologia de codificar e de decodificar a língua escrita (escrever e ler), ou seja, ele sabe ler e escrever, porém não usa esta tecnologia adquirida. Enquanto o sujeito letrado é quem mão só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e de escrita.
Achei interessante ao rever em Psicologia a teoria de Gestalt onde toda atividade pedagógica deve começar a ser apresentada para a criança de uma forma total, ou seja, real. Assim o professor deve ensinar a criança a partir de histórias, devido ao fascínio que estas despertam nos alunos, e depois faria a discriminação das sentenças (frases), das palavras nas frases, das silabas nas palavras, até chegar à letra.
Aqui confrontei esta teoria com meu TCC que é sobre a Contação de Histórias, algo que utilizei em meu estágio, partido todas as atividades realizadas de uma história contada.
2 comentários:
Oi meu querido,
obviamente não resisti ao teu convite e aqui estou estou para deixar minha contribuição na tua reflexão. Acho importante destacar que como leitora iniciei a leitura um tanto desapontada, por conta da frase inicial: Bom, mais um eixo e mais uma vez não encontrei algo que pudesse utilizar em meu TCC. Eu entendo que o curso sendo interdisciplinar e organizado em eixos, deveria ser mais evidente que as conexões existem. Maa, além disso, fiquei preocupada que nesta releitura tu estivesse buscando conexões óbvias, por exemplo: literatura infanto-juvenil e contação de histórias...Essas relações vocês não precisariam voltar aos eixos, poderiam se direcionar para a interdisciplina específica. A "parte boa da brincadeira" é quando tu retoma, acha que não tem nada e encontra "pérolas" como a conexão entre a gestalt e a contação de histórias. É exatamente esse exercício de reflexão que esperamos que vocês façam, para resgatar além do óbvio e encontrar conexões na sutileza das teorias/interdisciplinas.
Um grande beijo e votos de um ótimo trabalho!
Profa. Nádie
Olá queria Nádie
Realmente não encontrei diretamente, mas obtive caminhos para seguir ao eixo III e encontrar. Os eixos na verdade são como uma corrente, que se retirarmos alguma parte ela fica sem utilidade.
Os eixos funcionam assim, neste eixo não encontrei "diretamente" algo voltado ao meu TCC, mas caminhos que me levaram a ele.
Acho que não expressei bem minha primeira frase rsrsrsrsrs, mas é isto, de forma alguma quero dar mais ou menas importância a algum eixo, TODOS, de uma forma ou de outra me auxiliaram nesta caminhada, incluindo a escolha de meu tema do TCC.
Beijão e até breve
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