Para este PA, optei por continuar no mesmo grupo do semestre passado, estudando o Hábito de leitura na sede do município de Três Cachoeiras, por se tratar de um assunto bastante interessante para mim e para os demais componentes do grupo, pois somos todos deste município.
Ao darmos continuidade ao PA, nos deparamos mais uma vez nas nossas certezas e dúvidas, as quais para nós ja estavam sanadas, porém com os comentários da Roberta, paira sobre nós novamente a sensação de estarmos fazendo "tudo errado".
Aqui nossas certezas parecem dúvidas para ela e nossas dúvidas respondem nossas certezas.
Pude observar que muitas vezes uma pequena palavra pode fazer toda a diferença, pois muitas coisas apenas foram alteradas algumas palavrinhas e assim, deixamos mais ou menos corretas.
Na aula do dia 18/06 numa conversa que pude acompanhar da Profª Nádie, com um outro grupo de PA, consegui me tranquilizar um pouco mais sobre todo este processo de construção.
Consegui perceber que um PA, não é algo que se busca e pronto se acaba o projeto com um ponto final, mas sim que um PA é um aprendizado sem fim( foi o que entendi).
Não se pode dar fim a um PA, pois sempre podemos ir além, buscar mais, e isto pode ser feito com nossos alunos, fazendo com que eles busquem sempre conhecimento sobre o que lhes interessa, se acharem que esta muito cansativo, com ceteza eles mudaram de interesse, ai surgirá um novo PA, para buscar o que querem saber.
Com as minhas certezas sobre um PA e minhas dúvidas com relação a ele, vou seguindo nesta caminhada, que esta cada vez mais perto do "fim",o que me faz continuar, pois ja passei por momentos muito difíceis para desistir agora....
sexta-feira, 19 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
PSICOLOGIA
Psicologia
Estudar as teorias Piagetianas esta sendo muito importante para o meu crescimento profissional e ouso em dizer pessoal.
Com a leitura do texto de Tânia B. I. Marques, Epstemologia Genética e a construção do conhecimento, pude perceber e aprender sobre as fazes, estágios de desenvolvimento de uma criança.
Também me apropriei da leitura do livro Psicologia da Aprendizagem, de Gerson Marinho Falcão.
As investigações de Piaget determinam o papel da interação social sobre o desenvolvimento da inteligência do individuo em quatro estágios.
1º estágio: Sensório-motor (0 a 2 anos)
Este é dividido em 6 subestagios:
1º- Exercícios de reflexos (1º mês)
2º- Reações circulares primárias (1º ao 4º mês)
3º- Reações circulares secundárias (4° ao 9º mês)
4º- Coordenação dos esquemas secundários (9º ao 12º mês)
5º- Reação circular e esquema terceário (12º ao 18º mês)
6º- Combinação mental dos esquemas (18° ao 24° mês)
2º estágio: Pré-operatório (2 a 7 anos)
O maior estágio do desenvolvimento segundo Piaget.
3º estágio: Operatório- concreto (7 a 11 anos)
A criança desenvolve o uso do pensamento lógico.
4º estágio: Operacional formal ( a partir dos 12 anos)
Neste estágio, as estruturas cognitivas tornan-se qualitativas, e o individuo torna-se estruturalmente apto a aplicar operações lógicas.
Estas são algumas das minhas aprendizagens...
Estudar as teorias Piagetianas esta sendo muito importante para o meu crescimento profissional e ouso em dizer pessoal.
Com a leitura do texto de Tânia B. I. Marques, Epstemologia Genética e a construção do conhecimento, pude perceber e aprender sobre as fazes, estágios de desenvolvimento de uma criança.
Também me apropriei da leitura do livro Psicologia da Aprendizagem, de Gerson Marinho Falcão.
As investigações de Piaget determinam o papel da interação social sobre o desenvolvimento da inteligência do individuo em quatro estágios.
1º estágio: Sensório-motor (0 a 2 anos)
Este é dividido em 6 subestagios:
1º- Exercícios de reflexos (1º mês)
2º- Reações circulares primárias (1º ao 4º mês)
3º- Reações circulares secundárias (4° ao 9º mês)
4º- Coordenação dos esquemas secundários (9º ao 12º mês)
5º- Reação circular e esquema terceário (12º ao 18º mês)
6º- Combinação mental dos esquemas (18° ao 24° mês)
2º estágio: Pré-operatório (2 a 7 anos)
O maior estágio do desenvolvimento segundo Piaget.
3º estágio: Operatório- concreto (7 a 11 anos)
A criança desenvolve o uso do pensamento lógico.
4º estágio: Operacional formal ( a partir dos 12 anos)
Neste estágio, as estruturas cognitivas tornan-se qualitativas, e o individuo torna-se estruturalmente apto a aplicar operações lógicas.
Estas são algumas das minhas aprendizagens...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
QUESTÕES ÉTNICO RACIAIS
O conceito de quilombo atravessa os tempos e designa os territórios onde se organizam negros africanos que, trazidos com a colonização portuguesa, eram contra a situação da escravidão.
Hoje os quilombos são territórios de residência cultural e deles fazem parte grupos étnicos raciais que assim se identificam, como e o caso do povo de Casca, que visitamos.
Com trajetória própria, dotados de relações territoriais especificas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a luta à opressão histórica sofrida, eles se auto determinam comunidade negra de quilombo, dados os costumes, as tradições e as condições sociais culturais e econômicas.
Resgatar as origens, a memória, a identidade e a história de um povo, requer pesquisa e estudos meticulosos, porém, mais importante ainda é manter-se como um povo e poder estar reivindicando seus direitos enquanto cidadãos pautados no desafio e na ousadia destinados a promoção da igualdade racial que é o que os quilombolas de Casca buscam.
A realidade esta próxima de nós, e mesmo assim muitas vezes a negamos na maneira de ver, sentir e agir, deixando marcas nas nossas relações pessoais e sociais.
O reconhecimento das áreas onde vivem, ocupadas por estes negros descendentes de escravos, como terras remanescentes de quilombos, é uma das principais lutas do povo de Casca, e essa é uma das tantas reparações que a sociedade deve a eles, que sofreram o horror da escravidão.
Esta foi uma saída de campo bem interessante, pois tivemos a oportunidade de ver seus costumes e tradições.
Hoje os quilombos são territórios de residência cultural e deles fazem parte grupos étnicos raciais que assim se identificam, como e o caso do povo de Casca, que visitamos.
Com trajetória própria, dotados de relações territoriais especificas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a luta à opressão histórica sofrida, eles se auto determinam comunidade negra de quilombo, dados os costumes, as tradições e as condições sociais culturais e econômicas.
Resgatar as origens, a memória, a identidade e a história de um povo, requer pesquisa e estudos meticulosos, porém, mais importante ainda é manter-se como um povo e poder estar reivindicando seus direitos enquanto cidadãos pautados no desafio e na ousadia destinados a promoção da igualdade racial que é o que os quilombolas de Casca buscam.
A realidade esta próxima de nós, e mesmo assim muitas vezes a negamos na maneira de ver, sentir e agir, deixando marcas nas nossas relações pessoais e sociais.
O reconhecimento das áreas onde vivem, ocupadas por estes negros descendentes de escravos, como terras remanescentes de quilombos, é uma das principais lutas do povo de Casca, e essa é uma das tantas reparações que a sociedade deve a eles, que sofreram o horror da escravidão.
Esta foi uma saída de campo bem interessante, pois tivemos a oportunidade de ver seus costumes e tradições.
domingo, 22 de março de 2009
Projeto de Aprendizagem
Dia 19 de março, iniciamos o eixo IV, começamos mais uma etapa desta caminhada, e para não ser diferente do começo do curso de Pedagogia, estou sempre me surpreendendo com o que aprendo.
Falar em pesquisa para mim era até então uma coisa simples, pois surgia um assunto para pesquisa e bastava recorrer aos livros, jornais, revistas, internet e pronto, la estava a resposta para todas as dúvidas.
Surge então no eixo V o "Projeto de Aprendizagem", o qual veio de encontro com todos os meus conceitos de pesquisa, de tudo que até então tinha aprendido como método de pesquisa ao longo de meus estudos.
Percebi e APRENDI que um PA se compõe de etapas, entre elas quais as dúvidas e certezas que temos sobre um determinado tema central (pergunta chave), com o cuidado de o tema central não ser muito abrangente e é claro que minhas certezas não respondam minhas dúvidas.
Pude perceber que uma pesquisa também não vem com uma pergunta definida, que através de um tema inicial pode-se percorrer muitos caminhos os quais podem nos levar á vários rumos, devendo ai termos o cuidado de não desviar a pesquisa do eixo ou foco central.
Como disse a professora Nádie:
"Um projeto de aprendizagem nos abre novas possibilidades, ele pode ser interdisciplinnar, ele nos leva por caminhos que não temos como prever inicialmente."
Quanto ao copiar e colar de nossos alunos, conforme a professora Eliana colocou, acredito sim que não é um erro deles, mas sim da metodologia aplicada por nós, metodos estes, que nos foi passado até então, mas que, a partir de agora começa a tomar novos rumos e formas.
Falar em pesquisa para mim era até então uma coisa simples, pois surgia um assunto para pesquisa e bastava recorrer aos livros, jornais, revistas, internet e pronto, la estava a resposta para todas as dúvidas.
Surge então no eixo V o "Projeto de Aprendizagem", o qual veio de encontro com todos os meus conceitos de pesquisa, de tudo que até então tinha aprendido como método de pesquisa ao longo de meus estudos.
Percebi e APRENDI que um PA se compõe de etapas, entre elas quais as dúvidas e certezas que temos sobre um determinado tema central (pergunta chave), com o cuidado de o tema central não ser muito abrangente e é claro que minhas certezas não respondam minhas dúvidas.
Pude perceber que uma pesquisa também não vem com uma pergunta definida, que através de um tema inicial pode-se percorrer muitos caminhos os quais podem nos levar á vários rumos, devendo ai termos o cuidado de não desviar a pesquisa do eixo ou foco central.
Como disse a professora Nádie:
"Um projeto de aprendizagem nos abre novas possibilidades, ele pode ser interdisciplinnar, ele nos leva por caminhos que não temos como prever inicialmente."
Quanto ao copiar e colar de nossos alunos, conforme a professora Eliana colocou, acredito sim que não é um erro deles, mas sim da metodologia aplicada por nós, metodos estes, que nos foi passado até então, mas que, a partir de agora começa a tomar novos rumos e formas.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
A BIBLIOTECA E A ARTE DA LEITURA

Hoje existem dois tipos de biblioteca, a pública e a escolar. A escola deveria estar voltada para ajudar a criança a desenvolver a sua capacidade de estudo, dando-lhes meios para, através de pesquisas, ampliar seu conhecimento. Mas é exatamente por motivo sócio-econômico–culturais, que as escolas, muitas vezes, não possuem bibliotecas. Os estudantes passam a procurar nas bibliotecas públicas os materiais de referência escolar para seus trabalhos.
Na biblioteca existe a oportunidade de desfazer-se o condicionamento da leitura, através da apresentação da diversidade de opções de leitura, com a livre escolha da criança e o contato agradável com os livros. As teorias atuais sobre a sociedade de informações, que se concretiza nos acervos de uma biblioteca, deve ser um lugar onde se constrói a democratização do acesso e, por isso, deve ser dinamizado.
Dessa forma, devem ser realizadas diversas atividades para tornar o espaço da biblioteca repleta de leitores motivados. Há educadores que pensam que a biblioteca, para evitar ser um espaço tradicional, deveria abster-se de exigir silêncio: a criança seria atraída por jogos, pela hora do conto, por revistas e jornais específicos para a infância, podendo trocar idéias no local. Os alunos poderiam portar-se na biblioteca como quisessem: ficar sentados ou deitados, isto é, na posição que preferissem, somente importaria o hábito de manusear e ler o livro. De todos os recursos utilizados para tornar a biblioteca mais atraente, o objetivo principal deve ser o estreito relacionamento com o livro.
A biblioteca deveria ser parte integrada e não um dispositivo de livros, pois assim, passaria a fazer parte do dia-a-dia das crianças. Deveria ser animada por contadores de histórias, representações teatrais, com histórias relacionadas aos livros da biblioteca. As atividades da biblioteca devem entender as necessidades da criança, e cabe ao bibliotecário despertar e iniciar as atividades a serem desenvolvidas em local apropriado. Além de se tornar um ambiente de trabalho e entretenimento a biblioteca poderia proporcionar o despertar do usuário para o conhecimento e admiração de outras artes.
Falando sobre gestão

O termo gestão, ainda está muito novo para os professores com os quais convivo, ainda somos escravos da palavra DIRETOR, dando assim a idéia de ser este o "guia", o qual tuto sabe, inclusive o caminho que devemos seguir com nossos educandos através dos ensinamentos.
Atualmente a palavra gestão está expressa em todos os momentos, nos textos, na mídia, nas reuniões de escola, deixando para trás o diretor, dando ênfase a palavra gestor, o qual deve auxiliar, mediar, interagir. A gestão escolar, conforme os textos lidos, pode se apresentar como democrática ou como patrimonialista.
A gestão patrimonialista vem pautada no poder do Estado.
Essa gestão, infelizmente, ainda é muito forte, principalmente em municípios pequenos, como o que atuo, onde o gestor é escolhido por indicação partidária, portanto, é um cargo de confiança do prefeito, a quem lhe deve obediência e fidelidade partidária.
Nessa gestão patrimonialista impera a lei do “manda quem pode e obedece que tem juízo”.
Já na gestão democrática, todos os segmentos da escola devem estar envolvidos entre si e com a comunidade escolar (CPMs).
Vale lembrar que nesta gestão, o gestor é eleito pelo voto, mostrando assim, a democracia..
Assim, considero, que já estamos começando a caminhar para uma gestão democrática, a passos lentos, porém firmes, tentando romper com as raízes patrimoniais que trazemos conosco historicamente, buscando a democracia em todos os momentos, nas nossas ações, nos nossos espaços sociais, ou seja, é um processo de construção.
Atualmente a palavra gestão está expressa em todos os momentos, nos textos, na mídia, nas reuniões de escola, deixando para trás o diretor, dando ênfase a palavra gestor, o qual deve auxiliar, mediar, interagir. A gestão escolar, conforme os textos lidos, pode se apresentar como democrática ou como patrimonialista.
A gestão patrimonialista vem pautada no poder do Estado.
Essa gestão, infelizmente, ainda é muito forte, principalmente em municípios pequenos, como o que atuo, onde o gestor é escolhido por indicação partidária, portanto, é um cargo de confiança do prefeito, a quem lhe deve obediência e fidelidade partidária.
Nessa gestão patrimonialista impera a lei do “manda quem pode e obedece que tem juízo”.
Já na gestão democrática, todos os segmentos da escola devem estar envolvidos entre si e com a comunidade escolar (CPMs).
Vale lembrar que nesta gestão, o gestor é eleito pelo voto, mostrando assim, a democracia..
Assim, considero, que já estamos começando a caminhar para uma gestão democrática, a passos lentos, porém firmes, tentando romper com as raízes patrimoniais que trazemos conosco historicamente, buscando a democracia em todos os momentos, nas nossas ações, nos nossos espaços sociais, ou seja, é um processo de construção.
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