Neste eixo estudamos A Representação do Mundo pelas Ciências Naturais; A Representação do mundo pela Matemática; A representação do Mundo pelos estudos Sociais e o Seminário Integrador IV.
Voltando nas atividades propostas pelo eixo, recordei que foi um semestre um tanto complicado para mim, pois estava voltando de uma internação médica de 33 dias em Porto alegre, estava na casa dos meus pais, retomando a vida novamente e junto a faculdade.
Este foi um semestre que literalmente ocorreu a distância para mim, pois fiz todas as atividades em casa pois não podia andar devido a um tomor no pé, mas não com menas ajuda dos professores e tutores que muito me auxiliaram.
Foi um eixo que as disciplinas se voltaram para as séries iniciais do ensino fundamental, na época procurei fazer as atividades dentro do que me era exigido, mesmo não podendo aplicar o que estava escrevendo, não imaginando que alguns semestres depois eu estaria utilizando aquelas atividades com meus alunos.
O tempo, o espaço as formas foram alguns conseitos muito trabalhados os quais devem ser trabalhados no dia-a-dia de uma sala de aula, independente da disciplina.
Apesar de ter feito todas as atividades sem uma prática, pude contar com alguns professores que me deram todo auxilio que necessitei para desenvolver a atividade de forma clara e objetiva.
Foi um eixo voltado a desenvolver atividades que hoje as retomo para desenvolver na minha sala de aula.
Com certesa mais um eixo que veio a agregar muitos conhecimentos nesta minha caminhada, mas um eixi que não encontrei hoje diretamente relação com meu TCC, mas com certesa mais um ela desta corrente interdisciplinar.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
REFLETINDO SOBRE O EIXO III
ESTE EIXO ESTÁ SENDO DE GRANDE AJUDA NO MEU TCC
Neste eixo III consegui fazer uma maior relação com meu TCC, pois as interdisciplinas de Literatura, Teatro, Música, Artes visuais e Lúdicidade me fizeram refletir e viajar ao meu trabalho de conclusão do curso.
Foi um eixo muito gostoso de fazer, pois foram atividades prazerosas, e que por eu me identificar com elas e as utilizar em meu estágio, como o teatro, a música a lúdicidade e principalmente a literatura com a contação de histórias me fez sentir uma necessidade de falar sobre o bom e “velho livro”, da sua importância para o desenvolvimento da criança.
Lembro que a querida professora Max nos mostrou um filme onde duas estudantes contavam uma história de maneira diferente.
A primeira contadora de história, não entrou na magia do texto que estava lendo sem deixar os personagens fluírem de sua voz e de sua mente, e porque não dizer do seu coração, não conseguindo assim encantar os ouvintes de sua história, já a segunda contadora, tinha um domínio sobre o que tava contando, fazendo assim os ouvintes participarem da história sem que eles perdessem a concentração diante do que estavam ouvindo.
Achei muito interessante, pois pude perceber realmente a importância de se contar uma história, a maneira como se deve contar para não dispersar as crianças.
Percebi também que contar histórias, qualquer pessoa consegue, porém contar, entrar na história e deter a atenção dos ouvintes, exige experiência, estudo e muita técnica, e é claro a pessoa tem que gostar e amar o que ta fazendo, e eu amei as experiências que tive em meu estágio.
As pessoas contam histórias por que nelas são passadas (principalmente para as crianças) maneiras de se trilhar o caminho do bem, é através das histórias que se mostram as coisas boas e más, como um ser indefeso, totalmente independente, vai superando seus traumas e medos para encontrar o caminho por meio de suas próprias qualidades.
Acredito ser de grande importância se trabalhar com os contos de fadas, pois leva as crianças a aguçar a sua imaginação. É claro que elas sabem distinguir o real da fantasia, mas acho que é indispensável para a criança, que tem acesso ao mundo real, ter também momentos de descontração e sonhos.
Notei em meu estágio o quanto às crianças gostam de ler e ouvir contos, pois é neles que depositam e idealizam os seus sonhos e desejos mais internos, que não expressam no cotidiano.
Os textos de Fanny Abramovich, estão sendo de muita importância para a construção do meu TCC, como “Gostosuras e Bobices”.
Neste eixo pude constatar que é necessário o professor, ter além de conceitos e teorias, uma conduta lúdica, que goste de brincar com seus alunos, que busque proporcionar atividades gostosas, prazerosas, pois segundo Piaget (1987), quando se consegue transformar leitura, ortografia e cálculo em brincadeira, tais atividades tidas como maçantes e desinteressantes, tornan-se prazerosas e fáceis para os alunos.
Portanto, uma criança que brinca, se socializa, interage, assume papéis, representa vivências, constrói seu conhecimento, ou seja, aprende.
Este eixo esta sendo de grande significância para meu trabalho.
Neste eixo III consegui fazer uma maior relação com meu TCC, pois as interdisciplinas de Literatura, Teatro, Música, Artes visuais e Lúdicidade me fizeram refletir e viajar ao meu trabalho de conclusão do curso.
Foi um eixo muito gostoso de fazer, pois foram atividades prazerosas, e que por eu me identificar com elas e as utilizar em meu estágio, como o teatro, a música a lúdicidade e principalmente a literatura com a contação de histórias me fez sentir uma necessidade de falar sobre o bom e “velho livro”, da sua importância para o desenvolvimento da criança.
Lembro que a querida professora Max nos mostrou um filme onde duas estudantes contavam uma história de maneira diferente.
A primeira contadora de história, não entrou na magia do texto que estava lendo sem deixar os personagens fluírem de sua voz e de sua mente, e porque não dizer do seu coração, não conseguindo assim encantar os ouvintes de sua história, já a segunda contadora, tinha um domínio sobre o que tava contando, fazendo assim os ouvintes participarem da história sem que eles perdessem a concentração diante do que estavam ouvindo.
Achei muito interessante, pois pude perceber realmente a importância de se contar uma história, a maneira como se deve contar para não dispersar as crianças.
Percebi também que contar histórias, qualquer pessoa consegue, porém contar, entrar na história e deter a atenção dos ouvintes, exige experiência, estudo e muita técnica, e é claro a pessoa tem que gostar e amar o que ta fazendo, e eu amei as experiências que tive em meu estágio.
As pessoas contam histórias por que nelas são passadas (principalmente para as crianças) maneiras de se trilhar o caminho do bem, é através das histórias que se mostram as coisas boas e más, como um ser indefeso, totalmente independente, vai superando seus traumas e medos para encontrar o caminho por meio de suas próprias qualidades.
Acredito ser de grande importância se trabalhar com os contos de fadas, pois leva as crianças a aguçar a sua imaginação. É claro que elas sabem distinguir o real da fantasia, mas acho que é indispensável para a criança, que tem acesso ao mundo real, ter também momentos de descontração e sonhos.
Notei em meu estágio o quanto às crianças gostam de ler e ouvir contos, pois é neles que depositam e idealizam os seus sonhos e desejos mais internos, que não expressam no cotidiano.
Os textos de Fanny Abramovich, estão sendo de muita importância para a construção do meu TCC, como “Gostosuras e Bobices”.
Neste eixo pude constatar que é necessário o professor, ter além de conceitos e teorias, uma conduta lúdica, que goste de brincar com seus alunos, que busque proporcionar atividades gostosas, prazerosas, pois segundo Piaget (1987), quando se consegue transformar leitura, ortografia e cálculo em brincadeira, tais atividades tidas como maçantes e desinteressantes, tornan-se prazerosas e fáceis para os alunos.
Portanto, uma criança que brinca, se socializa, interage, assume papéis, representa vivências, constrói seu conhecimento, ou seja, aprende.
Este eixo esta sendo de grande significância para meu trabalho.
REFLETINDO SOBRE O EIXO II
Bom, mais um eixo e mais uma vez não encontrei algo que pudesse utilizar em meu TCC, pois neste eixo tivemos as interdisciplinas de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia, Fundamentos de Alfabetização, Seminário Integrador II e Escolarização, Espaço e Tempo na perspectiva histórica e infância de a 10 anos.
Claro que foi um eixo interessante com muitas leituras, e entre elas destaco um texto que lemos de Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento “As crianças e a Infância: defendendo conceitos e delimitando campo”, onde os autores dizem que “O olhar das crianças permite revelar fenômenos sociais. Assim, interpretar o cotidiano social das crianças, pode ser não apenas um meio de acesso à infância como categoria social, mas as próprias estruturas e dinâmicas sociais que são desocultadas no discurso das crianças”.
Hoje, muito mais do que antes, procuro usar em minhas aulas, coisas do dia-a-dia das crianças para ensiná-las. Busco inseri-las na sociedade em que vivem, partindo do seu dia-a-dia, seu cotidiano, acredito ser mais fácil para elas compreenderem as coisas do mundo em que vivem, pois acredito que não posso joga-las no mundo em que vivem de forma brusca, mas sim, devo inseri-las pouco a pouco.
Também foi muito interessante quando estudamos em Alfabetização o que é um individuo alfabetizado e letrado, pois até então não conseguia diferenciar muito bem um do outro.
Hoje sei que um sujeito alfabetizado adquire a tecnologia de codificar e de decodificar a língua escrita (escrever e ler), ou seja, ele sabe ler e escrever, porém não usa esta tecnologia adquirida. Enquanto o sujeito letrado é quem mão só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e de escrita.
Achei interessante ao rever em Psicologia a teoria de Gestalt onde toda atividade pedagógica deve começar a ser apresentada para a criança de uma forma total, ou seja, real. Assim o professor deve ensinar a criança a partir de histórias, devido ao fascínio que estas despertam nos alunos, e depois faria a discriminação das sentenças (frases), das palavras nas frases, das silabas nas palavras, até chegar à letra.
Aqui confrontei esta teoria com meu TCC que é sobre a Contação de Histórias, algo que utilizei em meu estágio, partido todas as atividades realizadas de uma história contada.
Claro que foi um eixo interessante com muitas leituras, e entre elas destaco um texto que lemos de Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento “As crianças e a Infância: defendendo conceitos e delimitando campo”, onde os autores dizem que “O olhar das crianças permite revelar fenômenos sociais. Assim, interpretar o cotidiano social das crianças, pode ser não apenas um meio de acesso à infância como categoria social, mas as próprias estruturas e dinâmicas sociais que são desocultadas no discurso das crianças”.
Hoje, muito mais do que antes, procuro usar em minhas aulas, coisas do dia-a-dia das crianças para ensiná-las. Busco inseri-las na sociedade em que vivem, partindo do seu dia-a-dia, seu cotidiano, acredito ser mais fácil para elas compreenderem as coisas do mundo em que vivem, pois acredito que não posso joga-las no mundo em que vivem de forma brusca, mas sim, devo inseri-las pouco a pouco.
Também foi muito interessante quando estudamos em Alfabetização o que é um individuo alfabetizado e letrado, pois até então não conseguia diferenciar muito bem um do outro.
Hoje sei que um sujeito alfabetizado adquire a tecnologia de codificar e de decodificar a língua escrita (escrever e ler), ou seja, ele sabe ler e escrever, porém não usa esta tecnologia adquirida. Enquanto o sujeito letrado é quem mão só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e de escrita.
Achei interessante ao rever em Psicologia a teoria de Gestalt onde toda atividade pedagógica deve começar a ser apresentada para a criança de uma forma total, ou seja, real. Assim o professor deve ensinar a criança a partir de histórias, devido ao fascínio que estas despertam nos alunos, e depois faria a discriminação das sentenças (frases), das palavras nas frases, das silabas nas palavras, até chegar à letra.
Aqui confrontei esta teoria com meu TCC que é sobre a Contação de Histórias, algo que utilizei em meu estágio, partido todas as atividades realizadas de uma história contada.
REFLETINDO SOBRE O EIXO I
Revendo minhas aprendizagens deste eixo, com as interdisciplinas de TICs, Escola, Progeto Pedagógico e Curriculo, Seminário Integrador I e Escola, Cultura e Sociedade, pude perceber a importância que cada uma delas teve para o meu desenvolvimento pessoal e profissional.
Voltando aos textos, atividades, fóruns e trabalhos realizados neste eixo, percebo que não tenho ,uitos referênciais para o meu TCC, relacinando estas com o tema escolhido, mas devo ressaltar a atividade que fizemos sobre a Linha do Tempo, pois foi muito difícil "organizar o meu tempo", achando naquele momento uma atividade sem muito significade nem importância.
Hoje atuando com um 4º ano em Arroio do Sal à tarde, em uma empresa particular pela manhã aqui em Terra de Areia, com compromissos escolares, compromissos pessoais (família, casa, ecc, entre tantos outros), vejo a importância em retomar esta atividade para organizar meu tempo, pois os compromissos aumentaram, mas o tempo permanece o mesmo.
Além deta atividade do tempo, resalto ainda uma fala de Menegolla, onde ele diz:
"Ensinar a todos de tudo, para que não se aprenda nada de nada".
Com esta fala percebi que o educador precisa saber o que realmente é importante para o seu educando aprender, o que realmente vai ter significado para ele, ou seja, nós educadores temos que ter o cuidado de proporcionar ao aluno uma aprendiozagem que leve em consideração a vida do aluno, sua realidade, e não simplesmente passar a eles conteúdos programáticos, que não vão ao encontro das suas necessidades.
Devemos proporcionar à eles aulas prazeirosas, lúdicas, e para isto acredito que a Contação de Histórias pode sim ser uma ferramenta de extrema significância, e é isto que quero trabalhar em meu TCC.
Voltando aos textos, atividades, fóruns e trabalhos realizados neste eixo, percebo que não tenho ,uitos referênciais para o meu TCC, relacinando estas com o tema escolhido, mas devo ressaltar a atividade que fizemos sobre a Linha do Tempo, pois foi muito difícil "organizar o meu tempo", achando naquele momento uma atividade sem muito significade nem importância.
Hoje atuando com um 4º ano em Arroio do Sal à tarde, em uma empresa particular pela manhã aqui em Terra de Areia, com compromissos escolares, compromissos pessoais (família, casa, ecc, entre tantos outros), vejo a importância em retomar esta atividade para organizar meu tempo, pois os compromissos aumentaram, mas o tempo permanece o mesmo.
Além deta atividade do tempo, resalto ainda uma fala de Menegolla, onde ele diz:
"Ensinar a todos de tudo, para que não se aprenda nada de nada".
Com esta fala percebi que o educador precisa saber o que realmente é importante para o seu educando aprender, o que realmente vai ter significado para ele, ou seja, nós educadores temos que ter o cuidado de proporcionar ao aluno uma aprendiozagem que leve em consideração a vida do aluno, sua realidade, e não simplesmente passar a eles conteúdos programáticos, que não vão ao encontro das suas necessidades.
Devemos proporcionar à eles aulas prazeirosas, lúdicas, e para isto acredito que a Contação de Histórias pode sim ser uma ferramenta de extrema significância, e é isto que quero trabalhar em meu TCC.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
TCC- 23/08/2010
Olá queridos amigos, colégas e parceiros
Percebo que nem sempre “contar histórias infantis” nas creches e escolas de ensino fundamental é uma prática estimulada e valorizada, de modo que os alunos ouçam histórias, ou seja, o próprio professor pode não valorizar histórias infantis e isso, então, irá levá-los a crescer com essa desvalorização dos contos.
Levar o faz de conta até as crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade aguçada e respondida em relação a muitas perguntas, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso dos impasses e das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que de acordo com as possibilidades vão sendo enfrentados e resolvidos pelos personagens de cada história.
É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Durante meu estágio percebi o quanto as crianças valorizam esta atividade, foram manhãs de magia e encantamento. Senti, através da contação de histórias, toda a influência das histórias nos olhinhos atentos, nos questionamentos e emoções que demosntravam a cada história que eu contava.
Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto, percebi ainda mais a importância deste assunto lendo alguns textos de Ana Maria Machado, Marly Amarilha, Celso Antunes, Bruno Bettelheim, Bitencourt, entre outros.
Acho que será um tema bem interessante diante de tantas tecnologias existentes nos dias de hoje, desafiador ao defender o bom e velho livro, sem colocar em discução a importância do virtual.
Penso que é um tema bem pertinente para se estudar mais afundo, sem contar do prazer que terei em trabalhar este assunto.
-Contação de histórias na Educação Infantil.
-Quais as contribuições da contação de histórias no desenvolvimento da criança?
-A importãncia dos contos infantis para o desenvolvimento da criança.
Estes são alguns títulos que pensei...
Até breve
Percebo que nem sempre “contar histórias infantis” nas creches e escolas de ensino fundamental é uma prática estimulada e valorizada, de modo que os alunos ouçam histórias, ou seja, o próprio professor pode não valorizar histórias infantis e isso, então, irá levá-los a crescer com essa desvalorização dos contos.
Levar o faz de conta até as crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade aguçada e respondida em relação a muitas perguntas, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso dos impasses e das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que de acordo com as possibilidades vão sendo enfrentados e resolvidos pelos personagens de cada história.
É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Durante meu estágio percebi o quanto as crianças valorizam esta atividade, foram manhãs de magia e encantamento. Senti, através da contação de histórias, toda a influência das histórias nos olhinhos atentos, nos questionamentos e emoções que demosntravam a cada história que eu contava.
Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto, percebi ainda mais a importância deste assunto lendo alguns textos de Ana Maria Machado, Marly Amarilha, Celso Antunes, Bruno Bettelheim, Bitencourt, entre outros.
Acho que será um tema bem interessante diante de tantas tecnologias existentes nos dias de hoje, desafiador ao defender o bom e velho livro, sem colocar em discução a importância do virtual.
Penso que é um tema bem pertinente para se estudar mais afundo, sem contar do prazer que terei em trabalhar este assunto.
-Contação de histórias na Educação Infantil.
-Quais as contribuições da contação de histórias no desenvolvimento da criança?
-A importãncia dos contos infantis para o desenvolvimento da criança.
Estes são alguns títulos que pensei...
Até breve
segunda-feira, 28 de junho de 2010
IMAGENS REFERENTE PORTIFÓLIO
quarta-feira, 23 de junho de 2010
MAIS UMA ETAPA CUMPRIDA.
Aproveitei esta minha ultima semana e trabalhei um tema bastante divulgado na midia "Copa do Mundo", por se tratar de um tema atual e que certamente envolveria as crianças.
Através deste tema pude abordar mais um pouco a identidade de cada um, seja na sua singularidade ou na sua semelhança que cada um tem, mas que juntos formamos uma grande sociedade.
Segundo Antunes (1998, p.16) toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros
Este tema “Copa do Mundo” foi bem interessante de trabalhar, pois as crianças fizeram bandeiras onde consegui mostrar a eles os significados das cores da bandeira do Brasil. Fizemos também umas viseiras para que levassem para casa junto com as bandeirinhas para torcerem pelo nosso Brasil.
A confecção da bandeira coletiva pintada por todos com tinta guache utilizando as mãos foi uma delicia de fazer, uma festa.
Todos queriam contribuir com suas mãozinhas, e sabiam exatamente as cores que tinham que utilizar, pois era preciso que fosse uma pintura diferente (mãos), mas com as respectivas cores.
Esta foi minha ultima semana de estágio (3dias), foi muito difícil para mim me despedir das crianças, pois me apeguei muito a elas e elas a mim.
Depois de dizer algumas palavras sufocadas pela emoção e molhadas pelas lagrimas entreguei uma pequena lembrança a eles e a professora titular Josiele, que também falou algumas palavras junto com as crianças, onde expressaram um pouco do que haviam aprendido nestas 184 horas em que estivemos juntos.
Fiquei muito feliz por perceber naquele momento que havia conseguido passar alguma aprendizagem a eles.
Tocou-me muito quando na sala as crianças me abraçavam e beijavam e percebi o Everton sentado de cabeça abaixada, cheguei perto dele me abaixei e perguntei o que havia acontecido.
Everton me olhou com os olhos cheios de água e me abraçou forte dizendo:
_Não quero que o prof vá embora!
Neste momento não consegui conter as minhas lagrimas, depois de explicar que eu estaria sempre ali com eles e que iríamos nos ver sempre, fomos almoçar, o Everton, claro, sempre grudado na minha mão.
Para minha surpresa as crianças haviam levado pratos de salgados para que almoçássemos separados para minha despedida.
Meu estágio foi uma experiência inexplicável, cheia de encantos e descobertas, e se algum dia tive alguma dúvida do que eu realmente queria para mim, esta duvida não existe mais...
Todos queriam contribuir com suas mãozinhas, e sabiam exatamente as cores que tinham que utilizar, pois era preciso que fosse uma pintura diferente (mãos), mas com as respectivas cores.
Esta foi minha ultima semana de estágio (3dias), foi muito difícil para mim me despedir das crianças, pois me apeguei muito a elas e elas a mim.
Depois de dizer algumas palavras sufocadas pela emoção e molhadas pelas lagrimas entreguei uma pequena lembrança a eles e a professora titular Josiele, que também falou algumas palavras junto com as crianças, onde expressaram um pouco do que haviam aprendido nestas 184 horas em que estivemos juntos.
Fiquei muito feliz por perceber naquele momento que havia conseguido passar alguma aprendizagem a eles.
Tocou-me muito quando na sala as crianças me abraçavam e beijavam e percebi o Everton sentado de cabeça abaixada, cheguei perto dele me abaixei e perguntei o que havia acontecido.
Everton me olhou com os olhos cheios de água e me abraçou forte dizendo:
_Não quero que o prof vá embora!
Neste momento não consegui conter as minhas lagrimas, depois de explicar que eu estaria sempre ali com eles e que iríamos nos ver sempre, fomos almoçar, o Everton, claro, sempre grudado na minha mão.
Para minha surpresa as crianças haviam levado pratos de salgados para que almoçássemos separados para minha despedida.
Meu estágio foi uma experiência inexplicável, cheia de encantos e descobertas, e se algum dia tive alguma dúvida do que eu realmente queria para mim, esta duvida não existe mais...
Hoje sou professor.
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