terça-feira, 9 de novembro de 2010

REFLETINDO SOBRE O EIXO VI

As interdisciplinas estudadas neste semestre foram:
Seminário Integrador VI
Desenvolvmento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
Filosofia da Educação
Questões Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História

Mais um semestre onde as disciplinas caminharam paralelas.
Estudar sobre pessoas com necessidades especiais, foi muito engrandecedor para mi. É um tema muito pertinente, pois hoje se fala muito em inclusão, porém sabemos que não é muito facil, mas que estamos caminhando para esta inclusão, onde muitas das escolas ja possuem o básico, como rampas, espaços adaptados, mas sabemos que ainda falta muita coisa, inclusive a capacitação de professores.
Nesta postagem ressalto o portfólio de aprendizagens, onde assistimos o filme "Entre os Muros da Escola", um filme que abordava o cotidiano de uma escola e a relação entre professores e alunos.
O filme apresentava um contexto de uma turma eterogênia com varios alunos de etnias diferentes.
No momento em que fizemos esta atividade achei um pouco fora do meu foco para a faculdade, achei algo meio fora do comum, da realidade, algo com cara de filme e não de dia-a-dia.
Hoje, atuando em uma escola de Arroio do Sal, me deparei com uma turma parecida, são crianças de classes diferentes, com familias que não são constituidas de pai, mãe, irmãos. Estas são diversificadas que migraram para a praia em buscade oportunidades, mas que muitas delas não encontraram.
As crianças acabam sofrendo com estas mudanças e refletem na sala de aula.
São crianças carentes de carinhos, muitas revoltadas com o meio em que vivem, e na grande maioria não querem saber de estudar, até porque não tem insentivos em casa.
Os pais ou responsaveis não frequentam a escola, ficando as crianças sem um acompanhamento.
Enfim, muitas vezes as atividades propóstas nos parecem sem sentido, mas em algum momento iremos nos identicar com elas.

sábado, 6 de novembro de 2010

REFLETINDO SOBRE O EIXO V

Mais um eixo, e não menos importante que os anteriores.
Neste eixo as seguintes interdisciplinas foram estudadas:

Projeto Pedagógico em Ação
Organização do Ensino Fundamental
Organização e Gestão da Educação
Psicologia da Vida Adulta
Escola,Cultura e Sociedade
Seminário Integrador

Neste semestre estudamos mais a fundo a gestão escolar, a organização pública e a escola como uma instituição.
Através das leituras e das aulas presenciais que tivemos com o Prof. Helvécio, a Prof. Izabel e a Prof. Vera, consegui apurar mais meu olhar frente a parte burocrática das escolas, nas áreas administrativas, organizacionais e curriculares.
Neste semestre a interdisciplina de Seminário Integrador também me reportou ao meu TCC, ao rever um trabalho que fiz sobre "Hábitos de Leitura", ja que no meu TCC foco a contação de histórias e neste trabalho falei muito na parte de incentivo a leitura, da importância deste hábito ser trabalhado desde os pequenos.
Escrevi que a leitura é um hábito a ser adquirido e cultivado, desde a educação familiar, passando pela escola e dando continuidade por toda a vida.Revendo este trabalho, percebi que ai, ja me identificava, mesmo que sem perceber, com meu TCC, pois ja me preocupava com o rumo que as leituras convencionais estão tomando, de como elas estão se perdendo, dando espaço para as leituras audiovisuais.
Este foi um dos motivos que me instigou a escolher o tema "A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL" para o meu TCC, afinal o encantamento e a magia de uma leitura em um livro não pode ser deixada para traz, apesar da tecnologia ser necessaria, um folhar de paginas de um livro não pode perder sua magia.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

REFLETINDO SOBRE O EIXO IV

Neste eixo estudamos A Representação do Mundo pelas Ciências Naturais; A Representação do mundo pela Matemática; A representação do Mundo pelos estudos Sociais e o Seminário Integrador IV.
Voltando nas atividades propostas pelo eixo, recordei que foi um semestre um tanto complicado para mim, pois estava voltando de uma internação médica de 33 dias em Porto alegre, estava na casa dos meus pais, retomando a vida novamente e junto a faculdade.
Este foi um semestre que literalmente ocorreu a distância para mim, pois fiz todas as atividades em casa pois não podia andar devido a um tomor no pé, mas não com menas ajuda dos professores e tutores que muito me auxiliaram.
Foi um eixo que as disciplinas se voltaram para as séries iniciais do ensino fundamental, na época procurei fazer as atividades dentro do que me era exigido, mesmo não podendo aplicar o que estava escrevendo, não imaginando que alguns semestres depois eu estaria utilizando aquelas atividades com meus alunos.
O tempo, o espaço as formas foram alguns conseitos muito trabalhados os quais devem ser trabalhados no dia-a-dia de uma sala de aula, independente da disciplina.
Apesar de ter feito todas as atividades sem uma prática, pude contar com alguns professores que me deram todo auxilio que necessitei para desenvolver a atividade de forma clara e objetiva.
Foi um eixo voltado a desenvolver atividades que hoje as retomo para desenvolver na minha sala de aula.
Com certesa mais um eixo que veio a agregar muitos conhecimentos nesta minha caminhada, mas um eixi que não encontrei hoje diretamente relação com meu TCC, mas com certesa mais um ela desta corrente interdisciplinar.

domingo, 26 de setembro de 2010

REFLETINDO SOBRE O EIXO III

ESTE EIXO ESTÁ SENDO DE GRANDE AJUDA NO MEU TCC

Neste eixo III consegui fazer uma maior relação com meu TCC, pois as interdisciplinas de Literatura, Teatro, Música, Artes visuais e Lúdicidade me fizeram refletir e viajar ao meu trabalho de conclusão do curso.
Foi um eixo muito gostoso de fazer, pois foram atividades prazerosas, e que por eu me identificar com elas e as utilizar em meu estágio, como o teatro, a música a lúdicidade e principalmente a literatura com a contação de histórias me fez sentir uma necessidade de falar sobre o bom e “velho livro”, da sua importância para o desenvolvimento da criança.
Lembro que a querida professora Max nos mostrou um filme onde duas estudantes contavam uma história de maneira diferente.
A primeira contadora de história, não entrou na magia do texto que estava lendo sem deixar os personagens fluírem de sua voz e de sua mente, e porque não dizer do seu coração, não conseguindo assim encantar os ouvintes de sua história, já a segunda contadora, tinha um domínio sobre o que tava contando, fazendo assim os ouvintes participarem da história sem que eles perdessem a concentração diante do que estavam ouvindo.
Achei muito interessante, pois pude perceber realmente a importância de se contar uma história, a maneira como se deve contar para não dispersar as crianças.
Percebi também que contar histórias, qualquer pessoa consegue, porém contar, entrar na história e deter a atenção dos ouvintes, exige experiência, estudo e muita técnica, e é claro a pessoa tem que gostar e amar o que ta fazendo, e eu amei as experiências que tive em meu estágio.
As pessoas contam histórias por que nelas são passadas (principalmente para as crianças) maneiras de se trilhar o caminho do bem, é através das histórias que se mostram as coisas boas e más, como um ser indefeso, totalmente independente, vai superando seus traumas e medos para encontrar o caminho por meio de suas próprias qualidades.
Acredito ser de grande importância se trabalhar com os contos de fadas, pois leva as crianças a aguçar a sua imaginação. É claro que elas sabem distinguir o real da fantasia, mas acho que é indispensável para a criança, que tem acesso ao mundo real, ter também momentos de descontração e sonhos.
Notei em meu estágio o quanto às crianças gostam de ler e ouvir contos, pois é neles que depositam e idealizam os seus sonhos e desejos mais internos, que não expressam no cotidiano.
Os textos de Fanny Abramovich, estão sendo de muita importância para a construção do meu TCC, como “Gostosuras e Bobices”.
Neste eixo pude constatar que é necessário o professor, ter além de conceitos e teorias, uma conduta lúdica, que goste de brincar com seus alunos, que busque proporcionar atividades gostosas, prazerosas, pois segundo Piaget (1987), quando se consegue transformar leitura, ortografia e cálculo em brincadeira, tais atividades tidas como maçantes e desinteressantes, tornan-se prazerosas e fáceis para os alunos.
Portanto, uma criança que brinca, se socializa, interage, assume papéis, representa vivências, constrói seu conhecimento, ou seja, aprende.
Este eixo esta sendo de grande significância para meu trabalho.

REFLETINDO SOBRE O EIXO II

Bom, mais um eixo e mais uma vez não encontrei algo que pudesse utilizar em meu TCC, pois neste eixo tivemos as interdisciplinas de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia, Fundamentos de Alfabetização, Seminário Integrador II e Escolarização, Espaço e Tempo na perspectiva histórica e infância de a 10 anos.
Claro que foi um eixo interessante com muitas leituras, e entre elas destaco um texto que lemos de Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento “As crianças e a Infância: defendendo conceitos e delimitando campo”, onde os autores dizem que “O olhar das crianças permite revelar fenômenos sociais. Assim, interpretar o cotidiano social das crianças, pode ser não apenas um meio de acesso à infância como categoria social, mas as próprias estruturas e dinâmicas sociais que são desocultadas no discurso das crianças”.
Hoje, muito mais do que antes, procuro usar em minhas aulas, coisas do dia-a-dia das crianças para ensiná-las. Busco inseri-las na sociedade em que vivem, partindo do seu dia-a-dia, seu cotidiano, acredito ser mais fácil para elas compreenderem as coisas do mundo em que vivem, pois acredito que não posso joga-las no mundo em que vivem de forma brusca, mas sim, devo inseri-las pouco a pouco.
Também foi muito interessante quando estudamos em Alfabetização o que é um individuo alfabetizado e letrado, pois até então não conseguia diferenciar muito bem um do outro.
Hoje sei que um sujeito alfabetizado adquire a tecnologia de codificar e de decodificar a língua escrita (escrever e ler), ou seja, ele sabe ler e escrever, porém não usa esta tecnologia adquirida. Enquanto o sujeito letrado é quem mão só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e de escrita.
Achei interessante ao rever em Psicologia a teoria de Gestalt onde toda atividade pedagógica deve começar a ser apresentada para a criança de uma forma total, ou seja, real. Assim o professor deve ensinar a criança a partir de histórias, devido ao fascínio que estas despertam nos alunos, e depois faria a discriminação das sentenças (frases), das palavras nas frases, das silabas nas palavras, até chegar à letra.
Aqui confrontei esta teoria com meu TCC que é sobre a Contação de Histórias, algo que utilizei em meu estágio, partido todas as atividades realizadas de uma história contada.

REFLETINDO SOBRE O EIXO I

Revendo minhas aprendizagens deste eixo, com as interdisciplinas de TICs, Escola, Progeto Pedagógico e Curriculo, Seminário Integrador I e Escola, Cultura e Sociedade, pude perceber a importância que cada uma delas teve para o meu desenvolvimento pessoal e profissional.
Voltando aos textos, atividades, fóruns e trabalhos realizados neste eixo, percebo que não tenho ,uitos referênciais para o meu TCC, relacinando estas com o tema escolhido, mas devo ressaltar a atividade que fizemos sobre a Linha do Tempo, pois foi muito difícil "organizar o meu tempo", achando naquele momento uma atividade sem muito significade nem importância.
Hoje atuando com um 4º ano em Arroio do Sal à tarde, em uma empresa particular pela manhã aqui em Terra de Areia, com compromissos escolares, compromissos pessoais (família, casa, ecc, entre tantos outros), vejo a importância em retomar esta atividade para organizar meu tempo, pois os compromissos aumentaram, mas o tempo permanece o mesmo.
Além deta atividade do tempo, resalto ainda uma fala de Menegolla, onde ele diz:
"Ensinar a todos de tudo, para que não se aprenda nada de nada".
Com esta fala percebi que o educador precisa saber o que realmente é importante para o seu educando aprender, o que realmente vai ter significado para ele, ou seja, nós educadores temos que ter o cuidado de proporcionar ao aluno uma aprendiozagem que leve em consideração a vida do aluno, sua realidade, e não simplesmente passar a eles conteúdos programáticos, que não vão ao encontro das suas necessidades.
Devemos proporcionar à eles aulas prazeirosas, lúdicas, e para isto acredito que a Contação de Histórias pode sim ser uma ferramenta de extrema significância, e é isto que quero trabalhar em meu TCC.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

TCC- 23/08/2010

Olá queridos amigos, colégas e parceiros

Percebo que nem sempre “contar histórias infantis” nas creches e escolas de ensino fundamental é uma prática estimulada e valorizada, de modo que os alunos ouçam histórias, ou seja, o próprio professor pode não valorizar histórias infantis e isso, então, irá levá-los a crescer com essa desvalorização dos contos.
Levar o faz de conta até as crianças é sustentar o imaginário, é ter a curiosidade aguçada e respondida em relação a muitas perguntas, é uma possibilidade de descobrir o mundo intenso dos impasses e das soluções que todos vivemos e atravessamos através dos problemas que de acordo com as possibilidades vão sendo enfrentados e resolvidos pelos personagens de cada história.
É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Durante meu estágio percebi o quanto as crianças valorizam esta atividade, foram manhãs de magia e encantamento. Senti, através da contação de histórias, toda a influência das histórias nos olhinhos atentos, nos questionamentos e emoções que demosntravam a cada história que eu contava.
Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto, percebi ainda mais a importância deste assunto lendo alguns textos de Ana Maria Machado, Marly Amarilha, Celso Antunes, Bruno Bettelheim, Bitencourt, entre outros.
Acho que será um tema bem interessante diante de tantas tecnologias existentes nos dias de hoje, desafiador ao defender o bom e velho livro, sem colocar em discução a importância do virtual.
Penso que é um tema bem pertinente para se estudar mais afundo, sem contar do prazer que terei em trabalhar este assunto.
-Contação de histórias na Educação Infantil.
-Quais as contribuições da contação de histórias no desenvolvimento da criança?
-A importãncia dos contos infantis para o desenvolvimento da criança.
Estes são alguns títulos que pensei...
Até breve